SLAP – Usando as notas do acorde – Parte I (Video Aula)
Olá pessoal!
Esse post se trata de uma curta video-aula que fiz para mostrar algumas possibilidades do Slap no contrabaixo.
A idéia é utilizar as notas que formam o acorde como terças, quintas e oitavas…
Para exemplificar, a harmonia empregada é ll: F#m E l D :ll …
Vale lembrar que cada acorde possui a seguinte formação:
F#m (Fá# + Lá + Dó#)
E (Mi + Sol# + Si)
D (Ré + Fá# + Lá)
Depois de assistir, comentem aí o que vocês acharam!
Um grande abraço!
1 comment 08/02/2010
Workshop do baterista Bruno Alves e banda
No sábado 30/01/10, tive o prazer de participar do workshop de alguém que, além de grande amigo, é um dos maiores e mais requisitados bateristas de Minas Gerais.
Estou falando de ninguém menos do que do Bruno Alves.
Músico que já acompanhou grandes nomes como Sandra de Sá, Maurício Manieri, Jair Rodrigues, Artur Maia, e tantos outros que não citarei aqui para não tornar o testo em um livro.
Para este evento, realizado pela Sonata Escola de Música (www.sonatamusic.com.br), o Bruno convidou a mim e ao Marcelo Fabbri e a soma obtida foi realmente interessante!
Na abertura, executamos o tema FootPrints (Wayne Shorter) que teve como introdução um espetacular solo de bateria.
Devo admitir que, por mais que eu conheça o Bruno há alguns anos, ele sempre me surpreende em suas performances!
Me lembrarei de citá-lo sempre que eu tocar no assunto musicalidade em meus workshops.
Em seguida, foi aberto espaço para perguntas e participação do público foi ótima!
Muitas perguntas estavam ligadas ao set usado…
Citando as empresas que o patrocinam (Krest, Liverpool e Adah), Bruno deu uma aula sobre madeiras de cascos de tambores e baquetas, ligas de pratos, acabamento, e mostrou que realmente acredita nos produtos que usa e que a indústria brasileira realmente tem alcançado níveis incríveis de qualidade.
Segundo tema…
Desta vez foi Cantaloupe Island (Herbie Hancock) que contou com improviso dos três músicos.
Destaque para o improviso do guitarrista Marcelo Fabbri, que demonstrou um fraseado claro e musical.
Outro espaço para perguntas, e em seguida executamos o tema Redentor… que estará no CD solo do Bruno (em fase de gravação).
Esse foi um dos pontos altos do evento devido à musicalidade da composição e, além dos improvisos de baixo e guitarra, ao solo de bateria em que o Bruno demonstra toda a sua competência em ritmos brasileiros.
Após falar a respeito de algumas técnicas e sortear brindes, demos continuidade com o tema, escolhido de ultima hora, Always with me, Always with you (Joe Satriani) e logo em seguida encerramos executando a maravilhosa composição Vera Cruz de Milton Nascimento (outro ponto alto do evento).
Aproveito este veículo para agradecer ao Bruno pelo convite (me chama sempre) e pelo companheirismo, ao Marcelo Fabbri, e à Sonata Escola de Música pela iniciativa de divulgar o trabalho de artistas da música instrumental.
Para conhecer mais sobre o trabalho do Bruno Alves, acessem o seu canal no youtube e o site www.brunoalvesbatera.com (em breve no ar!)
9 comments 31/01/2010
Workshop com o guitarrista Felipe Dias
No dia 18 desse janeiro, tive o prazer de realizar um workshop de baixo e guitarra junto ao meu amigo Felipe Dias.O Evento ocorreu na Escola do Clamor, que foi realizada no sítio Pousada do Rei em Ibirité-MG.
Iniciamos o workshop com uma versão baixo solo com linguagem afro para Agnus Dei, seguido do tema One, em que o Felipe demonstrou o seu talento como compositor com o auxílio de um playback.
Após esta primeira parte, abrimos espaço para perguntas e ficamos muito felizes em notar o interesse da platéia.
Dando continuidade, fizemos uma demonstração de como tocamos a música Chuva, primeira faixa do novo CD do Ministério Clamor Pelas Nações.
Logo após, com o auxílio do baterista Tiago, executamos um tema de minha autoria (ainda sem nome) em que o baixo executa a melodia e o groove da música explorando a técnica do slap. Houve um trecho de improviso para todos os instrumentos.
Mais uma vez, abrimos espaço para perguntas da platéia, que participou com grande entusiasmo!
O Felipe executou mais um de seus temas a seguir.
Agora era Last Hour, uma música agressiva e harmonicamente bem encadeada… um dos pontos altos do evento!
Outro momento para perguntas…
E para encerrar, improvisamos sobre um playback de blues demonstrando algumas escalas interessantes e técnicas diversas!
Se você deseja realizar um evento conosco em sua igreja, escola, loja, studio, basta entrar em contato através do email felipedias@felipedias.com.br
Acessem o site felipedias.com.br
4 comments 19/01/2010
Flickr
Galera,
Como vão as coisas por aí?
Por aqui tá tudo na correria!
Mas passei rapidinho pra deixar pra vcs o link do meu flickr e aguardar os comentários e críticas construtivas que me auxiliarão a crescer nessa área da fotografia digital.
Valeu pessoal!
Add comment 12/01/2010
Rótulos…
Todos sabem que eu costumo tocar com muitos conjuntos e bandas do segmento evangélico ou protestante.
Afinal, naquilo que condiz com a bíblia, eu professo a mesma fé desses mesmos conjuntos e bandas.
Mas confesso que me incomodo bastante com o termo “GOSPEL“…
Não sei porque as pessoas fazem tanta questão de rotular as coisas!
O problema aqui não é classificar ou caracterizar esse segmento… mas sim o preconceito que há em ambos os lados!
Há uma tendência hipócrita de se censurar ou até mesmo proibir o músico cristão de apreciar ou tocar a música “SECULAR” (outro termo que me deixa louco).
Considero essa idéia totalmente ridícula e ignorante (no sentido pleno da palavra)!
Sei que muitos virão com aquele papo de que a música tem um poder espiritual e tal…
Mas eu me pergunto qual é a diferença entre ler um bonito poema que exalta as belezas naturais, ou que nos embarca em uma viagem nostálgica àquele aroma de terra e mato do interior, e cantá-lo numa simpática melodia em meio a algumas harmonias de bom gosto e encadeamento.
Concordo que a música é um veículo de comunicação forte e que nele podem ser contidas crenças, opiniões, etc…
Mas ainda assim, me restam pelo menos 80% de músicas que em nada afetam a minha fé e a minha comunhão com o Deus que eu creio!
Outra coisa que me intriga muito é o mercado que a música religiosa se tornou!!!
Existem artistas que carregam consigo o compromisso que possuem com a temática de suas composições… mas existe uma considerável parcela de frutas podres que exploram outros artistas ou até mesmo o publico mal informado com essa argumentação de que é isso que lhe é permitido consumir!
Aliás… vale lembrar de que esse fato não se restringe apenas a esta classe!
Mas sabem de uma coisa?
Há um pensamento que ecoa diariamente em minha mente…
Produtos têm rótulos… Arte não!
Então… O que é a música para mim?
1 comment 22/12/2009
Pra quebrar o jejum
Faz um tempo que não posto algo por aqui hein…
É que as coisas estavam meio agitadas por aqui.
Mas pra marcar o retorno, deixo um video de 3 incríveis mestres do baixo elétrico pra vcs curtirem!
1 comment 02/12/2009
Achei uma idéia plausível!
Tenho falado em alguns posts recentes sobre valorizar nossa cultura através da música…
E seguindo o twitter da @Agencia_Senado fui informado de um projeto que acredito que possa colaborar com essa descoberta da nossa própria história contada a partir de um outro ponto de vista!
Comentem aí o que vcs pensam a respeito!
Add comment 09/11/2009
Eu não perderia se estivesse no Rio!!!
E aí pessoal!
Tô aqui pra divulgar um espetáculo que tá quase me fazendo comprar uma passagem pro Rio só pra não ter o peso na minha consciência de que eu vou perder uma produção como essa!
Serão quatro shows no teatro “Tom Jobim”, localizado no Jardim Botânico-RJ.
O espetáculo é composto por : 20 atores, 3 músicos, além de Titane.
Baixo: Adriano Campagnani
Percussão: Serginho Silva
Violões ,guitarra ,cavaco e charango: Renato Saldanha
Garanta seu ingresso por apenas R$ 10 enviando seu nome e identidade para o e-mail listaamiga@campodasvertentes.org.
As primeiras dez pessoas a retirarem seu ingresso na bilheteria ganharão ainda um disco promocional do show.
Eu não perderia se estivesse no Rio!!!
2 comments 05/11/2009
Música não tem cor
por Leo Lama.
Uma árvore musical que dá bons frutos e conseqüentemente gera boas influências, só pode estar bem plantada em uma raiz de solo fértil e não nas areias movediças do sucesso passageiro. Antes de qualquer coisa, musica de raiz é a música que vem do espírito.
Ou seja, uma música que é feita a partir de uma inspiração sincera e de um desejo de representar a verdade do coração em harmonias e notas musicais.
Mas, nem sempre, o que se produz é assim.
A música, ou o fruto da inspiração, afastado do coração do compositor de raiz, vira um mero produto de mercado.
E esse tronco envernizado para brilhar nas mentes do consumidor ignorante, gera ramificações indigestas para quem busca a qualidade no que escuta.
Para quem tem o estomago delicado e o ouvido sensível, a grande maioria dos sucessos radiofônicos não passam de maçãs envenenadas.
Dizer que a música não tem cor significa dizer que a boa música não se presta nem a colorações artificiais, nem a vernizes de última hora.
E que os que se servem dessa música, vão colher seus frutos no quintal de sua casa, no bairro onde nasceram, no mais intimo do seu ser e não nas plantações secas dos que querem simplesmente comprar e vender.
Dizer que a música não tem cor também significa dizer que a raça e a cor dos compositores que a criaram não importam, mas seu espírito e seu coração são fundamentais, quando genuinamente cantam seus guetos de origem, cantando assim o mundo todo.
A música sem cor pode estar nas “roots” da “black music” norte americana, na alma imprevisível do jazz, pode estar no samba antigo do Brasil, pode estar nos sensuais ritmos da velha guarda cubana, nos primórdios do reggae da Jamaica, pode estar nos cantos africanos primitivos, como também pode estar nos jovens que souberam ouvir a essência desses primeiros sons e traduzi-la para seus corações em tempos atuais.
O Novo é apenas o que está esquecido e que pode ser atualizado sem que sua fonte se perca em exibicionismos forjados. E, acima de tudo, a musica sem cor é a boa musica, que se impõe por sua qualidade e não por ser a bandeira de algum movimento passageiro e racista, ou por ser o mais novo jabá de uma gravadora.
Conhecer é melhor que se informar, ouvir é melhor que escutar.
Quem tiver ouvidos de ouvir que ouça.
Add comment 26/10/2009
Não posso entender o porquê de darmos tanto valor à música norte-americana e europeia sem conhecermos e estarmos em um profundo caso de amor com a nossa legítima Música Brasileira!!!
Não tem como não se apaixonar por isso!!!
Add comment 22/10/2009











